Dedicatória
Este trabalho é dedicado a qualquer estudante, querendo saber um pouco mais sobre os usos as Astronomia, sendo que neste abordaremos o seu uso a favor do poder e como ela surgiu e seus impactos hoje. Assuntos retirados de literatura que de todos os bons livros é uma conversação com as mais honestas pessoas dos séculos passados.
Bom estudo.
Resenha
O que é a Astronomia?
A Astronomia nada mais é do que a ciência que se ocupa do estudo dos astros, abrangendo sua composição, estrutura e movimentos. Na verdade, a Astronomia surgiu para atender a necessidades reais da humanidade. Um exemplo da importância prática dessa ciência pode ser encontrado na própria contagem dos dias, cujos métodos estão inseparavelmente relacionados com os conhecimentos astronômicos.
Observações primitivas do céu
Astecas, chineses, indianos e outras civilizações como a Mesopotâmia, e povos como os gregos e os árabes registraram ao longo da história diversos eventos celestes, como eclipses solares e lunares e efetuaram medidas dos astros e de suas órbitas principalmente com o objetivo de manter calendários precisos.
Estas primeiras observações astronômicas eram feitas totalmente a olho nu e, portanto, limitadas. A invenção do telescópio deu maior impulso à observação do céu.
Sumário
Capítulo 1
-Os primeiros foguetes
-Corrida Espacial
-Programa Espacial URSS
-Programa espacial dos EUA
Capítulo 2
-O Futuro
-Fim da corrida espacial
Programa espacial Brasileiro
Capítulo 3
-Legado para a humanidade
-Conheça 10 curiosidades sobre a exploração espacial
Capitulo 4
-Confira uma serie de noticias relacionadas a Astronomia.
Capítulo 5
-Sistema solar.
-Conclusão
Capítulo 1
Os primeiros foguetes:
A tecnologia necessária para a exploração espacial ficou disponível com a construção dos primeiros foguetes. Eles permitem colocar em órbita satélites artificiais para estudo tanto da Terra quanto do espaço exterior. Também permitem o envio de astronautas ao espaço exterior.
Desde os antigos chineses, que inventaram a pólvora, que se fazem experiências com foguetes.
Mas foram Robert Hutchings Goddard (EUA), Konstantin Tsiolkovsky (Rússia) e Hermann Oberth (Alemanha) os pioneiros na concepção de foguetes.
Robert Hutchings Goddard e o primeiro vôo de foguete propelido a combustível líquido (gasolina e oxigênio), lançado em 16 de março de 1926, em Auburn, Massachusetts, EUA
Goddard foi mais longe e construiu diversos foguetes pequenos. Ele especializou-se em conceber e construir foguetes propelidos por combustível líquido. Diversos de seus projetos apresentavam conceitos que até hoje são usados nos modernos foguetes.
Corrida espacial
Com a derrota da Alemanha na Segunda Guerra Mundial, os EUA e a URSS capturaram a maioria dos engenheiros que trabalharam no desenvolvimento da V-2. A verdade é que eles foram relevantes apenas no programa espacial dos EUA, já que os capturados pela URSS não passavam de engenheiros e técnicos de produção. Particularmente importante para os EUA foi a aquisição de Wernher von Braun, um dos principais projetistas alemães, que participou ativamente do programa de mísseis balísticos dos EUA e depois dos primeiros passos do programa espacial norte-americano. Historicamente, a exploração espacial começou com o lançamento do satélite artificial Sputnik pela URSS a 4 de outubro de 1957, na base de lançamento de foguetes da URSS,no Cazaquistão.
Este acontecimento provocou uma corrida espacial pela conquista do espaço entre a URSS e os EUA que culminou com a chegada do homem à Lua.
Programa Espacial da URSS
A URSS começou seu programa espacial com uma grande vantagem sobre os EUA. Isto ocorreu porque, devido a problemas técnicos para fabricar ogivas nucleares mais leves, os mísseis lançadores intercontinentais da URSS eram imensos e potentes se comparados com seus similares norte-americano. Assim, os foguetes para seu programa espacial já estavam prontos como resultado do esforço militar soviético resultante da guerra fria.
O programa espacial da URSS, durante o período da corrida espacial, consistiu em três projetos (além das missões não tripuladas ocorridas antes das missões Vostok e de uma série de sondas enviadas a outros planetas e à Lua): Vostok (nave com capacidade para um cosmonauta), Voskhod (para dois ou três cosmonautas) e Soyuz (para três cosmonautas) .
Porém, nem tudo eram sucessos, em um acidente ocorrido na plataforma de lançamento em 1960 dezenas de cientistas e técnicos soviéticos morreram, atrasando os planos soviéticos para o espaço. Mas o pior ocorreu em 1966 com a prematura morte de Sergei Korolev, o engenheiro-chefe do programa espacial soviético. Estes fatos somados a falta de verbas, pouco controle de qualidade da indústria soviética e o desinteresse dos militares da cúpula do regime pelo programa espacial foram as principais causas do fracasso dos soviéticos em chegar à Lua.
Programa espacial dos EUA
Muito do atraso inicial do programa espacial dos EUA pode ser atribuído a um erro estratégico de investir inicialmente nos lançadores. Isto acarretou que a capacidade de lançamento norte-americano era de 5 kg no momento em que a Sputnik I tentou ser lançada.
O programa espacial dos EUA iniciou com o Projeto Mercury, baseado em uma nave com capacidade para um astronauta e manobras em órbita da Terra.
A seguir, a Nasa desenvolveu o Projeto Gemini, que consistia em uma nave com capacidade para dois astronautas e manobras em órbita da Terra. Os principais objetivos das missões Gemini eram testar a acoplagem em órbita e atividades extra-veiculares, duas habilidades consideradas necessárias para o pouso na Lua. Houve doze vôos no Projeto Gemini, dez deles tripulados, O projeto foi bem sucedido em seus objetivos de desenvolver a tecnologia e preparar os astronautas para as missões para a Lua.
Seis missões Apollo pousaram na Lua (no total de doze astronautas que caminharam na Lua).
Após a missão Apollo, a Nasa abandonou a nave Apollo para desenvolver um veículo reutilizável, chamado Ônibus Espacial, que entrou em operação em 1981. Embora o Ônibus Espacial não seja totalmente reutilizável, como era pretendido no início do seu desenvolvimento, acabou atendendo às necessidades da Nasa. Foram construídas cinco espaçonaves deste tipo,que foram usadas em diversas missões no espaço. Destas apenas a Discovery, a Atlantis e a Endeavour ainda existem, já que as outras acabaram destruídas em acidentes que se tornaram tragédias da história da exploração espacial.
Ainda foram construidas mais duas naves, uma chamada Enterprise, usada apenas para testes de pouso, mas sem capacidade de entrar em órbita, e a outra chamada Pathfinder, um simulador usado para treinamento dos astronautas.Um dos grandes feitos recentes da Nasa foi o Telescópio Espacial Hubble, posto em órbita da Terra em 1990, e que captou as mais nítidas imagens do céu até então vistas e que estão permitindo descobrir as origens de nosso Universo.
O Apollo 11
O Apollo 11 era formada pelos astronautas Neil Armstrong, comandante, Michael Collins, piloto do Módulo de Comando Colúmbia, e pelo Piloto do Módulo Lunar, Buzz Aldrin, segundo homem a pisar na Lua. A missão teve início no dia 16 de julho de 1969, quando a Colúmbia foi lançado do centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral, na Flórida, na ponta do foguete Saturno V. Quatro dias depois, o Módulo Lunar se desprendeu do Colúmbia e pousou próximo ao Mar da Tranquilidade, na superfície do satélite da Terra. Logo após, o astronauta Neil Armstrong consagrou-se como o primeiro homem a pisar na Lua, seguido pelo colega de missão Buzz Aldrin.
Como símbolo dessa vitória sobre a União Soviética, Neil Armstrong fixou uma bandeira dos Estados Unidos em solo lunar e colocou uma placa com os dizeres: "Aqui homens do planeta Terra colocaram pela primeira vez o pé na Lua. Julho de 1969. Nós viemos em paz, em nome da humanidade". Na placa, as assinaturas dos três astronautas e do então presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon.
Após duas horas de caminhada de Armstrong e Aldrin na Lua, os dois retornam ao Modulo de Comando com 46 kg de amostras de solo lunar. Os oito dias de duração da missão foram acompanhados atentamente pela televisão e rádio por milhões de pessoas ao redor do mundo e, no lançamento, por milhares de espectadores nas proximidades do Centro Espacial.
Na chegada a Terra, Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins ficaram em isolamento para evitar que possíveis agentes contaminaram trazidos por eles entrasse em contato com a população. Após a quarentena, os três viajaram o mundo, quando foram aclamados heróis por milhões de pessoas.
Após o Apollo 11, o programa Apollo fez outros cinco bem sucedidos desembarques na Lua entre 1969 e 1972. Ao total, 12 homens pisaram na superfície lunar, todos americanos. Os onze anos do programa Apollo, segundo informações da Reuters, custaram aos cofres americanos US$ 25,4 bilhões - quase US$ 150 bilhões com correção monetária -, ou mais de seis vezes o orçamento atual da Nasa.
Capítulo 2
O futuro
Muitas aspirações da Astronáutica podem se tornar realidade em poucos anos. Desde melhores motores de foguetes até descobertas científicas revolucionárias e viagens tripuladas para Marte - são as promessas da exploração espacial neste novo século
Um motor revolucionário, que pode fazer avançar a tecnologia Astronáutica, é o motor Scramjet, capaz de atingir velocidades hipersônicas de até 15 vezes a velocidade do som. O motor Scramjet não possui partes móveis, e obtém a compressão necessária para a combustão pelo ar que entra pela frente, impulsionado pela própria velocidade do veículo no ar. A Nasa testou com sucesso um motor deste tipo em 2004. O foguete, chamado X-43 A. foi levado a altitude de 12 000 m por um avião B-52, e lançado na ponta de um foguete Pegasus a altitude de 33 000 m. Ele atingiu a velocidade recorde de 11 000 km/h.Outra possibilidade de avanço na tecnologia de motores de foguetes é o uso de propulsão nuclear, em que um reator nuclear aquece um gás produzindo um jato que é usado para produzir empuxo. Ou ainda a idéia de construir um foguete em forma de vela, que é acelerado pelo vento solar, o que permitiria maior velocidade e viagens a distâncias maiores.O desenvolvimento de um veículo reutilizável (o que o Ônibus Espacial nunca foi completamente) é um outro avanço esperado para os próximos anos. Isto permitiria mais vôos para o espaço, e um aumento das atividades de pesquisa na Estação Espacial Internacional. Um destes projetos é o VentureStar (também conhecido como X-33), uma nave com maior capacidade que o Ônibus Espacial e realmente reutilizável.Está em curso no momento uma espécie de corrida para o desenvolvimento de novas gerações de veículos transportadores espaciais. Paralelamente aos projetos da NASA para novos Veículos de Exploração Espacial, a Agência Espacial Russa(ROSCOSMOS) está se aliando à Europa e ao Japão para o desenvolvimento do veículo reutilizável Kliper. Embora eficiente e ainda hoje utilizada para transporte até a ISS, a cápsula Soyuz poderá ser aposentada assim que o novo veículo estiver operacional.A obsolescência do Ônibus Espacial provocou o anúncio de um esforço da NASA para substituí-lo, e uma das alternativas anunciadas seria uma nova geração de foguetes convencionais (não reutilizáveis), semelhantes aos usados durante a corrida espacial.Acredita-se que no século XXI a Terra sofrerá graves problemas ambientais e energéticos. Assim, a busca por fontes de energia limpas e baratas é urgente. Como o espaço é percorrido pela luz do Sol permanentemente, hoje imaginam-se formas de capturar e aproveitar esta energia. Uma das possibilidades é o chamado satélite de energia solar capaz de "desviar" a energia solar para a Terra de forma segura.A descoberta da tecnologia necessária para manter uma base permanente de homens na Lua poderia ser o início da exploração comercial da mesma. Muitos minérios poderiam ser extraídos e enviados à Terra. Outra possibilidade seria o uso da Lua como base de lançamento de foguetes para os planetas mais afastados da Terra, e mesmo para fora do sistema solar. Tal possibilidade teria a vantagem econômica da baixa gravidade lunar, que permitiria lançar naves mais longe e usando menos combustível.
Fim da corrida espacial
Em 1970, meses após os primeiros desembarques lunares, o dissidente soviético Andrei Sakharov escreveu em uma carta aberta ao Kremlin que a capacidade dos Estados Unidos de colocar um homem na Lua revelou a superioridade da democracia.
"Depois da conquista da Lua pelos americanos, os Russos redirecionaram seus objetivos em duas novas frentes: missões tripuladas, com as Estações Espaciais, e a pesquisa de planetas com sondas automáticas (não tripuladas).", disse o professor Melton de Araújo, astrônomo da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro.
A primeira estação espacial, Mir, foi criada neste contexto. Porém, como afirma o professor Funari, "a tecnologia soviética não se aperfeiçoou tanto, mas puderam manter um programa confiável nas estações espaciais posteriores. Com o fim da União Soviética, a Rússia deu continuidade aos seus programas espaciais, mas em cooperação como os Estados Unidos e a Europa.”.
Em 1975, uma nave Apollo e uma nave Russa Soyuz se encontraram em órbita, como parte de uma "trégua" entre os dois países. Astronautas americanos e cosmonautas russos apertam as mãos no espaço. Este fato foi um marco para o início do entendimento entre as duas nações.
as, segundo o professor Funari, o fim da Corrida espacial só se deu anos mais tarde. "O fim da corrida espacial correspondeu ao fim da Guerra Fria (1989). A dissolução da União Soviética e a democratização da Europa Oriental, russos, americanos e europeus começaram a cooperar na exploração do espaço", afirma o professor.
Programa espacial Brasileiro
O programa espacial brasileiro se iniciou em 1961 com a criação da Missão Espacial Brasileira (MEB), sucedida pela Missão Espacial Completa Brasileira (MECB) em 1980, seguindo-se a implantação do Centro Espacial de Lançamentos de Alcântara, próximo de Alcântara no estado do Maranhão, em 1983. As primeiras duas tentativas de lançar um VLS (1997 e 1999) fracassaram sem causar vítimas. Com parcos recursos (R$ 30 milhões em 2003) o programa sobrevive no limite. Em 2003 um acidente destruiu no solo um foguete sendo preparado para lançamento causando a morte de 21 técnicos.
O baixo nível de investimento no programa contrasta com a crescente importância de uma indústria que movimenta mundialmente mais de 20 bilhões de dólares e onde o Brasil desfruta de significativa vantagem geográfica: a colocação de uma satélite artificial em órbita a partir de uma base próxima do Linha do Equador, como a de Alcântara, custa até 30% menos do que de bases a latitudes mais altas, devido à economia de combustível.
Programa
Com custo estimado em US$ 700 mil e prazo de execução para 17 anos (2022), o programa possibilitará ao Brasil a independência no transporte espacial de satélite de pequeno à grande porte.
O programa que prevê uma evolução gradativa seus veículos para alcance de melhores desempenhos e de maiores capacidades para o transporte de carga útil, terá como um de seus maiores desafios o desenvolvimento e fabricação de motores à propulsão líquida de médio e grande porte.
Dificuldades
O programa esta sofrendo sérios problemas devido a demarcações de terras quilombolas, cortes no orçamento e ação de ONGs. Segundo o presidente da Agência espacial brasileira, falta visão ao país.
O baixo nível de investimento no programa contrasta com a crescente importância de uma indústria que movimenta mundialmente mais de 20 bilhões de dólares e onde o Brasil desfruta de significativa vantagem geográfica: a colocação de uma satélite artificial em órbita a partir de uma base próxima da Linha do Equador, como a de Alcântara, custa até 30% menos do que de bases a latitudes mais altas, devido à economia de combustível.
A conquista da Lua não foi o único resultado da corrida espacial. Muitos dos avanços tecnológicos que desfrutamos hoje - como a comunicação mundial instantânea, via satélite e o uso de computadores pessoais - foram criados na época durante pesquisas de aprimoramento das missões espaciais.
“A corrida espacial produziu avanços tecnológicos incríveis. Em termos práticos, podemos dizer que ele foi responsável pelo desenvolvimento de satélites espaciais de telecomunicação, por exemplo, satélites de avaliação meteorológica, computadores, eletrônicos, plásticos, materiais sintéticos...”.
Deixou-nos uma herança tecnológica muito rica. (...) Em termos de astronomia, a chegada do homem à Lua foi importante porque permitiu acesso à amostras do solo lunar e análise destas amostras em laboratório. (...) Com o material trazido da Lua tivemos mais informações sobre a composição geoquímica do Sistema Solar.", afirma o professor Naelton.
Funari vai mais longe. "Em termos simbólicos, o pouso na Lua mostrou que os desafios humanos podem ultrapassar limites", diz.
Conheça 10 curiosidades sobre a exploração espacial
Nos últimos 20 anos, os ônibus espaciais levaram ao espaço mais de 1,3 milhões de kg de carga, transportaram mais de 600 pessoas, entre passageiros e pilotos, acumularam mais de três anos de tempo de vôo e percorreram aproximadamente 1,6 milhões de km. Confira 10 fatos curiosos sobre os programas espaciais dos Estados Unidos.
1 - Não há um número certo de pessoas em uma sala de aula de candidatos a uma vaga de astronauta. A Nasa faz a seleção a partir das suas próprias necessidades. Um dos pré-requisitos para viajar ao espaço é ter mil horas de vôo em jatops.
2 - Um traje espacial pesa aproximadamente 127 kg (sem contar o peso do astronauta) e leva cerca de 45 minutos para ser vestido.
3 - O personagem Snoopy é o mascote pessoal de segurança dos astronautas.
4 - O Explorer 1, lançado em 31 de janeiro de 1958, foi o primeiro satélite artificial lançado pelos Estados Unidos. Ele permaneceu em órbita por 115 minutos e descobriu o cinturão de radiação na magnetosfera da Terra.
5 - Cada astronauta a bordo de um ônibus espacial tem à sua disposição 1,82 kg de comida por dia. Ela é armazenada individualmente para ser mais bem manejada em gravidade zero. Ela não precisa de refrigeração e, para ser consumida, basta adicionar água ou aquecê-la. As únicas exceções são frutas e vegetais, que são guardados em armários adequados, sem refrigeração. Para não estragar, cenouras e aipos precisam ser consumidos nos dois primeiros dias de missão. Sal, pimenta, ketchup, maionese e mostarda são alguns dos condimentos disponíveis a bordo.
6 - Um foguete tripulado leva menos tempo para chegar à Lua do que uma antiga diligência levava para atravessar a Inglaterra.
7 - A primeira estação espacial americana foi a Skylab, que era maior que um prédio de 12 andares e tinha 12 mil m³ de espaço livre.
8 - Embora possa parecer antiquado, a bandeira ainda é posicionada para que apareça na lateral da nave. Isto é feito de acordo com as normas americanas de posicionamento da bandeira dos Estados Unidos em aeronaves do país.
9 - A tradição de levar bandeiras dos Estados Unidos ao espaço começou com o primeiro americano que foi ao espaço, Alan Shepard, em 1961. Estudantes de uma escola primária de Cocoa Beach, na Flórida, compraram uma bandeira para Shepard carregar a bordo. Ela foi enrolada e posicionada entre os cabos atrás da cabeça do astronauta, dentro da espaçonave Freedom 7 Mercury. "As bandeiras americanas são um símbolo patriótico da nossa força, solidariedade e vontade de vencer", disse o administrador da Nasa da época, Daniel Goldin.
10 - Leva seis horas para um ônibus espacial ser transportado do prédio de montagem até a plataforma de lançamento.
Capitulo 4-
Confira uma serie de noticias relacionadas a Astronomia.
Lula adverte Irã sobre conseqüências de armas nucleares.
SÃO PAULO O presidente Luiz Inácio Lula da Silva advertiu o Irã nesta quarta-feira de que terá de arcar com as conseqüências se optar pela produção de armas nucleares. Lula realiza visita oficial ao Irã em maio.
"Vou lá conversar olho no olho com (Mahmoud) Ahmadinejad (presidente do Irã). Se ele disser que vai construir (armas nucleares) ele vai arcar com as conseqüências do seu gesto", disse Lula a jornalistas após participar em São Paulo de uma feira do setor siderúrgico.
O presidente brasileiro, que não detalharam quais seriam as conseqüências, voltou a defender o diálogo com a República Islâmica.
"O que eu acho grave é começar a punir antes de conversar", afirmou Lula, reiterando que o Brasil é contrário à produção de armas nucleares e que a proibição consta da Constituição brasileira.
Lula argumentou que não quer que se repita com o Irã o que aconteceu com o Iraque, que foi acusado de ter armas de destruição em massa "que ninguém mostrou para nós".
As declarações de Lula vêm depois de o presidente participar de uma cúpula sobre segurança nuclear em Washington, na qual o presidente norte-americano Barack Obama pressionou pela imposição de novas sanções do Conselho de Segurança das Nações Unidas ao Irã por conta do programa nuclear da República Islâmica. Mais de 40 países fizeram parte do encontro.
Potências ocidentais, como os EUA, afirmam que o programa nuclear iraniano é um disfarce para a busca por armas atômicas, o que Teerã nega.
Carl Sagan-
“Vivemos em uma sociedade profundamente dependente da ciência e tecnologia e em que ninguém sabe de nada sobre essas questões”. Esta é uma fórmula certa para o desastre.
“Como os olhos são treinados para a astronomia, que são ouvidos para perceber os movimentos de harmonia”.
Platoon
Conquista da Lua foi motivada por disputa de poder
No dia 16 de julho de 1969, há exatos 40 anos, decolou do Cabo Canaveral, nos EUA, o Apollo 11, ônibus espacial que deu início à missão que transformou em realidade um dos sonhos mais antigos da humanidade: a chegada do homem à Lua.
O feito, realizado pelo astronauta americano Neil Armstrong quatro dias depois, teve como motivação a disputa por poder entre os Estados Unidos e União Soviética.
No final da década de 60, o mundo estava polarizado pela chamada Guerra Fria, que teve início ao final da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) com a disputa entre soviéticos e americanos sobre o destino dos países da Europa liberados do jugo dos nazistas. Os países da Europa Oriental (como Polônia, Tchecoslováquia e Hungria e a parte oriental da Alemanha), que respondiam a governos comunistas, disputavam poder mundial com embates estratégicos e conflitos velados com os Estados Unidos (apoiados pelos países da Europa Ocidental), com governo capitalista e democrático. Os dois blocos iniciaram uma corrida armamentista, com os dois lados construindo bombas nucleares.
"Como resultado da corrida pelas armas nucleares, com suas ogivas, americanos e soviéticos começaram a investir, de forma pesada, no desenvolvimento de mísseis que pudessem levar armas nucleares até o território do adversário. Isto permitiu o desenvolvimento de foguetes capazes de chegar ao espaço", lembra Pedro Paulo A. Funari, professor do Departamento de História e Coordenador do Núcleo de Estudos Estratégicos da Unicamp.
A União Soviética foi o primeiro país a colocar um satélite em órbita, em 1957, com o lançamento do Sputnik. No mesmo ano, mandou ao espaço a cadela Laika. Seu maior feito veio em 1961, quando o cosmonauta Yuri Gagarin tornou-se o primeiro homem a viajar no espaço. "A União Soviética definiu a conquista do espaço como a medida de poder e de atração de uma sociedade moderna, e o Presidente Kennedy decidiu que deixar uma conquista espacial espetacular apenas para a União Soviética não era do interesse dos Estados Unidos", afirma John Logsdon, atual curador e perito do Museu Nacional do Ar e Espaço
dos Estados Unidos em entrevista à agência AFP. Assim iniciava a chamada corrida espacial, um símbolo da batalha da Guerra Fria.
Para não ficar atrás, em 1961 o presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, lançou um desafio. "Acredito que esta nação deve comprometer-se a alcançar a meta, antes que esta década acabe do desembarque do homem na Lua e seu regresso em segurança a Terra", disse o Kennedy. Foi então que os EUA desenvolvem o programa Apollo, que se transformou em uma arma bem sucedida na prova de domínio na corrida espacial que culminou com os passos do americano Neil Armstrong na lua durante a missão Apollo 11, em 1969.
Estados Unidos poderá construir nave para Marte em 2015
16 16UTC abril 16UTC 2010 por Eder Deixe um comentário
Um novo foguete, que será o mais potente da história, começará a ser construído em 2015, pelos Estados Unidos. A espaçonave estará pronta para decolar em 2020, para destinos ousados, como Marte. Esta é a expectativa em relação ao discurso que o presidente Barack Obama fará nesta quinta-feira sobre os novos planos da Nasa para o futuro da exploração espacial.
“O presidente vai detalhar os objetivos e as estratégias desta nova visão para a Nasa, incluindo destinos no espaço correspondente às capacidades crescentes. Até que possamos alcançar Marte”, informa documento divulgado esta semana pelo site da Casa Branca.
Obama vai propor US$ 6 bilhões adicionais no orçamento da Nasa em cinco anos, para financiar a “estratégia vasta de voos espaciais tripulados”. Ele responderia assim às críticas do Congresso americano e da própria Nasa, provocadas pelo anúncio surpreendente de fevereiro de cancelar o programa Constellation, que levaria os americanos de volta à Lua até 2020 a Marte até 2030, sem oferecer uma alternativa clara.
Esta semana, na terça-feira, Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na Lua, fez duras críticas aos planos de Obama de cancelar o Constellation. Armstrong disse que a decisão impede a continuidade da superioridade espacial americana. “A América tem de decidir se quer continuar a ser líder no espaço. A decisão de cancelar o Constellation foi devastadora”, disse.
Armstrong fez estas críticas em uma carta aberta ao presidente americano, também assinada por Gene Cernan, comandante da Apolo 17 e o último homem a caminhar na Lua, e por Jim Lovell, comandante da Apolo 13.
As críticas parecem ter surtido efeito. Segundo o site da Casa Branca, os Estados Unidos não vão sepultar o programa Constellation, mas sim reformulá-lo. A idéia é que a Nasa possa desenvolver uma nova nave espacial Orion, menor que a inicialmente prevista. Ela será lançada por foguetes privados para a Estação Espacial Internacional (ISS), onde será acoplada para servir de veículo de socorro em caso de emergência.
O astronauta Edwin “Buzz” Aldrin, que participou da missão Apollo 11 junto com Armstrong e foi o segundo homem a pisar na Lua, mostrou apoio aos novos planos de Obama. Segundo ele, a nova estratégia será capaz de realizar a meta de levar naves tripuladas a Marte.
O Constellation, cujo custo estimado era de US$ 100 bilhões, pretendia desenvolver novos foguetes Ares e naves espaciais Orion para enviar astronautas ao espaço, substituindo a frota de ônibus espaciais da Nasa até o fim do ano.
A manutenção do projeto da nave Orion, mesmo que redimensionada, levará os Estados Unidos a evitarem a dependência na nave russa Soyuz, que poderia se tornar a única a levar astronautas americanos à Estação Espacial Internacional com a aposentadoria dos ônibus espaciais.
Etanol brasileiro para propulsão de foguetes
O Brasil vem desenvolvendo um programa de pesquisa em propulsão líquida para foguetes, que tem como base o etanol nacional. O desafio do projeto, liderado pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), é movimentar futuros foguetes com um combustível líquido que seja mais seguro do que o propelente à base de hidrazina empregado atualmente. Esse último, cuja utilização é dominada pelo país, é corrosivo e tóxico.
A meta é possibilitar o aprimoramento de uma indústria brasileira para a produção de motores de foguetes. A propulsão sólida já garantiu o início da era espacial no Brasil, graças aos trabalhos realizados há mais de 40 anos, tornando o IAE capaz de produzir e lançar foguetes para fins científicos, como os veículos lançadores e foguetes de sondagem.
O desafio da busca por um combustível “verde” e nacional também conta com o apoio de um grupo particular de pesquisadores, formado em parte por engenheiros que cursam ou cursaram o mestrado profissional em engenharia aeroespacial do IAE – realizado em parceria com o Instituto Tecnológico da Aeronáutica e com o Instituto de Aviação de Moscou.
O IAE planeja lançar o primeiro foguete entre 2013 e 2015, o que representará o domínio do ciclo completo dessa tecnologia para projetar, fabricar, testar e operar motores a propulsão líquida.
Capitulo 5-
Sistema Solar
Características do Sistema Solar, planetas do Sistema Solar, origem do Sistema Solar, astronomia
Introdução
O sistema solar é formado por um conjunto de nove planetas, satélites naturais, milhares de asteróides e cometas que gravitam ao redor do Sol. O sistema solar também é composto por uma grande quantidade de gases e poeiras interplanetárias. O Sistema Solar situa-se na Via Láctea.
Conhecendo o Sistema Solar
A formação do sistema solar remonta há aproximadamente 4,5 bilhões de anos. Formou-se de uma gigante nuvem formada por gases e poeira cósmica, originadas de uma grande explosão e colisão de estrelas.
O tempo necessário para formação do sistema solar, calculam os astrônomos, foi de aproximadamente 100 mil anos. Neste período, os átomos foram se juntando e formando os planetas, satélites e estrelas que conhecemos hoje.
O Sistema Solar é formado por oito planetas: Mercúrio, Terra, Marte, Júpiter,Vênus, Saturno, Urano e Netuno. Até agosto de 2006, Plutão era considerado um planeta, porem, a União Astronômica Internacional mudou os critérios para a definição de um planeta. Como Plutão é pequeno em relação aos outros, passou a ser considerado um planeta anão ou planetóide.
Muitos destes planetas podemos visualizar a noite a olho nú ou com a ajuda de um telescópio. Os planetas, ao contrário das estrelas, não possuem luz própria e só podem ser vistos graças a luz que refletem do Sol. Ao redor dos planetas, gravitam 67 satélites, dentre eles a Lua (satélite natural do nosso planeta), que gravita ao redor no planeta Terra.
Nas órbitas de Marte e Júpiter, localizam-se grande parte dos asteróides que variam de tamanho, podendo ser até mesmo minúsculos. Os asteróides são compostos de blocos de rocha, diferente dos cometas que são formados por poeira cósmica e gelo.
Historiadores e paleontólogos acreditam que foi a queda de um cometa em nosso planeta que ocasionou a extinção dos dinossauros na Terra há milhões de anos. A preocupação ainda existe, pois muitos deles passam perto da órbita terrestre. O impacto de um cometa, de grandes proporções, poderia provocar danos incalculáveis ao nosso planeta.
Conclusão
Corrida espacial
Particularmente importante para os EUA foi a aquisição de Wernher von Braun, um dos principais projetistas alemães, que participou ativamente do programa de mísseis balísticos dos EUA e depois dos primeiros passos do programa espacial norte-americano.
Conquista da Lua foi motivada por disputa de poder
A missão teve início no dia 16 de julho de 1969, quando a Colúmbia foi lançado do centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral, na Flórida, na ponta do foguete Saturno V. Quatro dias depois, o Módulo Lunar se desprendeu do Colúmbia e pousou próximo ao Mar da Tranquilidade, na superfície do satélite da Terra. Na placa, as assinaturas dos três astronautas e do então presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon.
Fim da corrida espacial
Em 1970, meses após os primeiros desembarques lunares, o dissidente soviético Andrei Sakharov escreveu em uma carta aberta ao Kremlin que a capacidade dos Estados Unidos de colocar um homem na Lua revelou a superioridade da democracia.
"O fim da corrida espacial correspondeu ao fim da Guerra Fria (1989). A dissolução da União Soviética e a democratização da Europa Oriental, russos, americanos e europeus começaram a cooperar na exploração do espaço", afirma o professor.
Anexos:
Imagens-
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